REPORTAGENS LATINAS I
 
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A última revelação das FARC
"Estudien en cuanto peleamos por nuestras convicciones"
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O impacto nas bancas de jornal da Colômbia foi imediato.
A revista SEMANA trazia como assunto de capa uma reportagem sensacionalista e talvez sensacional: - LOS HIJOS DEL SECRETARIADO.
É como se de suas entranhas saísse um conselho definitivo – “Estudien muchachos, em cuanto nosotros de las FARC peleamos por nuestras convicciones”.

Resulta espantoso, nesta altura da luta contra as FARC, que seu Secretariado tenha maquinado durante anos uma política de reverente paternidade, que permitiu a boa parte de seus filhos que “vivan en Europa, hablen varios idiomas y hayan estudiado en las mejores universidades”.
Dizem que este foi um dos segredos melhor guardados, como o são todos os relacionados com as vidas particulares dos membros de sua cúpula.
Foi quando a União Européia (UE), em Junho do ano 2002, decidiram declarar as FARC, entre outras organizações, como terroristas que seus serviços de inteligência se dedicaram a desmontar possíveis redes de apoio e que incluiriam a observação seus familiares, não mais considerados como refugiados políticos.

Na reportagem há, entretanto exageros e graves.
A SEMANA declara textualmente que “obtuvo documentos de agencias de inteligencia canadienses, estadounidenses, británicas, españolas y alemanas, así como de la Europol, entidad que agrupa a todos los cuerpos de Policía de Europa, los cuales recogen la labor de varios años de trabajo encaminados a detectar las actividades de miembros o colaboradores de las Farc en el Viejo Continente”.
Essa asertiva é de atrevimento extremo por envolverem simultaneamente corporações de cinco países em dois continentes que destrancaram seus arquivos, sem reservas ou pruridos, para uma publicação colombiana xeretar, reproduzir e, finalmente, informar seus leitores.
É, para nós, muita cooperação desinteressada desses serviços secretos, quando talvez só expresse um excesso de vaidade dos jornalistas responsáveis pelo texto.
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Alfonso CANO Federico Sáenz, filho do Comandante atual
das FARC, Alfonso CANO
A revista concentra seus interesses informativos nos filhos dos membros históricos das FARC e de seus principais dirigentes.
A figura de Guillermo Leon Sáenz, com o codinome guerrilheiro de ‘Alfonso Cano’, atual Comandante-em-Chefe, é um deles.
Do mais velho, Federico, com 33 anos de idade, pelas informações passadas pela EUROPOL e pelo serviço secreto alemão (Bundesnachrichtendienst), se sabe que se graduou em Economia Política na Universidade de Genebra, onde fez também Mestrado e que o custeio destes estudos foi feito principalmente por remessas enviadas pelo seu pai, além de eventuais bolsas conquistadas em centros universitários.
Dizem que já morou na Venezuela, México, Estados Unidos, Austrália, Espanha, Alemanha, Bulgária e Suíça e que fala à perfeição em alemão e inglês.
Um castiço trota mundos!
Os espiões que forneceram dados à SEMANA acrescentaram que Federico já trabalhou em diversas empresas européias, como consultor, como a FORA (FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA COMUNIDADE), de Sofia, Bulgária, onde apareceu como bolsista de uma instituição suíça de nome SYNI, na que permaneceu por só noventa dias,
porque não “quedaron satisfechos con su desempeño profesional”.
E parece, inclusive, que forneceram à SEMANA um currículo em que se indica como experiências profissionais e gostos particulares os seguintes: - “participación en asistencia en marketing y comunicaciones para el Foro Humanitario de Ginebra, un proyecto del Comité Internacional de la Cruz Roja y actividades como asistente de investigación con el Instituto de las Naciones Unidas para el Desarrollo Social (Unrisd). Con Unrisd, Federico participó en un estudio sobre movimientos populares y reforma agraria publicado a finales de 2001. Le encanta jugar voleibol, le gustaría aprender acupuntura y es fanático de la música salsa”.
Seu irmão Andrés Felipe também freqüentou universidades na França e na Austrália.
Tudo enquanto o papai guerreava, eventualmente seqüestrava e periodicamente administrava o narcotráfico em suas zonas de influência.
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Raúl Ernesto Albán Torres, biólogo, é filho de Marcos Calarcá,
encarregado, nas FARC, da COMISIÓN INTERNACIONAL
Outro comandante com os filhos sob a mira, agora do CENTRO NACIONAL DE INTELIGENCIA (CNI), da Espanha, é Luciano Marín, conhecido na banda das FARC como ‘Iván Márquez’.
Adriana, a primogênita, estuda e vive na França.
Oscar Ivan, está radicado no México.
Judy Andrea, a menor, reside na Venezuela, ainda que morasse muito tempo na França, onde se naturalizou.
A EUROPOL - se dermos crédito ao que está escrito na reportagem - possui em seus arquivos correios eletrônicos e extratos de contas correntes bancárias, capazes de atestarem a ajuda econômica de don Luciano Marín a sua prole.

Quando se fala da descendência de Luis Edgar Devia, o conhecidíssimo ‘Raul Reyes’, se encontra uma curiosidade supimpa, qual seja a de incentivar em seus quatro filhos a ideologia que lhe custou a vida, a do socialismo e que eles viveram e estudaram em Cuba, mas que nos últimos meses de sua vida tentou em recambiar para a França burguesa.
Se seus companheiros de guerrilha financiaram parte dos estudos de seus rebentos a suas respectivas expensas no estrangeiro, ‘Raul Reyes’ ao contrário especializou-se em conseguir ajudas externas dentre seus admiradores e simpatizantes ou, ao menos, é o que se podem interpretar pelos e-mails recolhidos de seus fatídicos laptops, como o seguinte:
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Raúl REYES, Comandante das FARC, morto no dia 1º De Março, e
seu filho,Ariel Robespierre, que mora atualmente na França
"Hola mi querida hija, la saludo con inmenso abrazo y besos extensivos al niño y sus hermanos. Aquí continuamos con buena salud y mucho trabajo. Recibí visita del señor Noel Sáez, emisario del gobierno de Francia, para las relaciones con las Farc. Me comentó el señor que mi hija que vive en Cuba había solicitado visa para su país y que ellos tenían toda la voluntad de concederla por ser quien es. Le agradecí la oferta y buena disposición de su gobierno, explicando que yo no solicito estas cosas para evitar que comprometan a la organización que represento. Me pidió su nombre y una dirección para ordenarle a su embajada en ese país, buscarla a fin de tramitarle el viaje. Nuevamente le agradecí y le dije que tiene un niño menor de 2 años y su compañero de nacionalidad cubana, a lo cual respondió que llevaban a los tres… le conté que es egresada de la Universidad de La Habana con magíster en sicología clínica, me dijo que con título profesional es más fácil conseguir trabajo, luego de los seis meses que dura aprender el idioma. Para el niño también existen programas de orientación y más tarde estudio. Ellos mismos por ir, como van, le ayudan a conseguir trabajo. Al cabo de cinco años de vivir allá puede solicitar nacionalidad de ese país y cumplidos los 10 años la tiene por derecho propio, el requisito es aceptar y cumplir las leyes de su país. Le di su nombre y el número del teléfono, espero lo tenga bien en mis apuntes".
Estávamos em Fevereiro, a pouco menos de cincuenta dias de sua morte.
Ariel Robespierre Devia é psicólogo, mas já aprendeu que é mais produtivo morar na França.
Lida Carmenza Devia Collazos, com 33 anos de idade, também é psicóloga.
Laura Devia mora no México.
Yeri Core Devia, permanece em Cuba estudando.
E a reportagem vai relatando mais exemplos por um texto próximo das três mil palavras.

A grande conclusão é que as FARC devem remunerar ‘bem que bem’ seus líderes, com salários equivalentes aos dos generais americanos, ou seja, dentro dos ‘cânones revolucionários de idealismo, coragem e desprendimento’ que tanto tentam empurrar à força, mas que para eles já não estão tão em moda!
22/09/2008
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Affaire Venezuela/Vaticano
Bento XVI na linha de tiro de Chávez
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Nixon Moreno, o asilado na nunciatura
do Vaticano em Caracas
A tabela dos mandatários na mira do zombador Hugo Chávez está para ser incrementada, agora com a figura, nem mais e nem menos, do Papa Bento XVI.
E que se prepare Sua Santidade que a qualquer momento podem ser expelidas pela boca do grosseiro mandatário venezuelano aquelas dignificantes palavras que o acompanham em suas atividades corriqueiras, as de ‘carajo’ e ‘mierda’.

Nixon Moreno foi um líder estudantil na UNIVERSIDAD DE LOS ANDES, estado de Mérida, e Presidente da FEDERACIÓN DE CENTROS UNIVERSITÁRIOS (FCU), entre os anos 2003 e 2004.
Engajou-se no MOVIMIENTO QUINTA REPÚBLICA (MVR) durante a campanha eleitoral de 1998, vencida por Hugo Chávez.
Três anos após, já em 2001, abandona o partido situacionista MOVIMIENTO 13 e se incorpora à oposição, por causa “de las políticas, acciones y decisiones tomadas en la desviación de los principios y valores Democráticos, del respeto a las Instituciones Públicas y de las continuas violaciones al sistema legal vigente y a los Derechos Humanos”.
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Durante os tumultos dos dias 11, 12 e 13 de Abril de 2002, quando Pedro Cardona substituiu Hugo Chávez por escassas 47 horas na Presidência da República e que cobrariam a vida a 19 pessoas, Nixon Moreno seria acusado por “instigación a la rebelión”, “ofensa y privación ilegítima de la libertad contra el Jefe de Gobierno en la persona del Gobernador de Mérida” e “agavillamiento”.
Só no início do mês de Agosto de 2004 é denunciado pelo Ministério Público.

Em 2003, os estranhos caminhos da vida o fariam cruzar-se com Tarek El Aisarmi, hoje Ministro do Poder Popular do Interior e da Justiça, a quem derrotaria nas eleições para a FCU da Universidade dos Andes (ULA).
Só em 2005, após acusar o Tenente-coronel Nioben Martinez Corona, Diretor de Segurança e Defesa Cidadã do Estado de Mérida, como provável homicida, é que se inicia o seu ‘via crucis’, apesar de que dito oficial ainda hoje se encontra detido no CENTRO NACIONAL DE PROCESADOS MILITARES (CENOPRAMIL), pelo delito de homicídio doloso de José Simón Ibarra Varela, no dia 22 de Janeiro de 2005, em Tasca Los Candiles.
Durante as eleições estudantis de 2006, na Universidade de Los Andes, e que o TRIBUNAL SUPERIOR DE JUSTICIA (TSJ) decide suspender, ocorrem sucessivas manifestações públicas e que terminariam com a invasão e posse da Universidade.
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Nixon Miranda é novamente acusado pelo Ministério Público, só que agora “por la presunta comisión de actos lascivos contra una funcionaria policial e intento de homicidio contra otro funcionario”.

Dia 17 de Julho de 2006.
O Poder Judiciário emite uma “Orden de Aprehensión” contra Nixon Moreno.
É acusado simultaneamente de:
a) “Homicidio Intencional Simple en grado de Frustración en
perjuicio del ciudadano Gerardo Dugarte”;
b) “Actos Lascivos Violentos, en perjuicio de la ciudadana Sofía
Aguilar Gutiérrez”;
c) “Lesiones Personales Intencionales Genéricas y Leves, en
perjuicio de varios funcionarios policiales”.

Nixon Moreno decide entrar na clandestinidade, na que permanecerá por dez meses.
Razões para esta medida extrema, segundo suas próprias palavras: - “debido al continuo terrorismo mediático al que estaba siendo sometido y al burdo montaje de crímenes comunes, típico del sistema judicial viciado que existe actualmente en el país, en el que se criminaliza al oponente, para minimizar su acción y neutralizar su lucha. En este caso, no se respetó el Debido Proceso, ni los principios contenidos en las Leyes Venezolanas de la presunción de la Inocencia, ni el derecho a ser juzgados por Jueces justos e imparciales, ya que desde el primer momento, el Poder Ejecutivo se convirtió en parte activa del proceso que se me seguía, convirtiéndose no solo en acusador, sino en Juez sentenciador”.
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Imagens de Nixon Moreno no ato de sua formatura e de seu diploma
de ‘politólogo’
Dia 13 de Março do ano de 2007.
Nixon Moreno pede asilo diplomático na Nunciatura Apostólica na Venezuela e nela permanece como hóspede, enquanto o Estado do Vaticano estuda o caso e suas conseqüências diplomáticas e “ realiza las gestiones necesarias con el Gobierno”.

Dia 16 de Setembro de 2008.
O Vaticano, farto pela ausência de uma resposta da Chancelaria venezuelana, após dezoito meses de paciência franciscana, decide outorgar asilo diplomático a Nixon Moreno, por razões humanitárias.
Os advogados de Moreno – Tâmara Sajú e Alonso Medina Roa – informaram nessa data que o Estado do Vaticano expediu um comunicado à Chancelaria, no dia 11 de Junho passado, solicitando a assinatura no salvo-conduto que permitiria que seu cliente saísse do país e que não mereceu resposta.
Caso este documento não seja emitido imediatamente haverá apelo a organismos internacionais, por descumprimento das convenções que regem a matéria e devidamente ratificadas pela Venezuela.

Bento XVI, prepare-se.
17/09/2008
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Como esperado!
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Cilia Flores, Presidente
de la Asamblea Nacional
Asilo "inmoral"
La Asamblea Nacional debatió en plenaria este jueves el asilo que El Vaticano otorgó a Nixon Moreno, el cual a su juicio es inmoral y que afecta la sensibilidad de la mujer venezolana. Luego de la discusión, se aprobó un proyecto de acuerdo para rechazar la medida.

En el acuerdo se condena el asilo y se exhorta a la Santa Sede a cancelar el mismo. Se hace un pedido al Ejecutivo a que se revise el convenio que se celebró con el Vaticano en 1964 y a los tribunales para que se inicie el juicio a Moreno.

El diputado Miguel Rojas Rojas acusó a la alta jerarquía eclesiástica de asumir una actitud beligerante en contra del Estado venezolano.

Por su parte, el diputado de Podemos Juan José Molina consideró que debatir sobre el caso del maletín era mucho más importante que sobre el asilo al dirigente estudiantil.

El diputado Ricardo Gutiérrez recordó que la decisión de otorgar el asilo a Moreno proviene de El Vaticano como Estado y no de la Iglesia, por lo que consideró innecesario realizar el debate.

Otros diputados exhortaron a la Iglesia a entregar a Nixon Moreno si desea estar en buenos términos con el gobierno venezolano.

La presidenta del parlamento, Cilia Flores, calificó ayer de inmoral la medida tomada por la Santa Sede. "Ahora sale El Vaticano a concederle asilo, esto no es más que una inmoralidad de la Iglesia, o mejor dicho de los que la dirigen, pues sabemos que hay mucha gente decente dentro de la Iglesia Católica". Flores indicó que Moreno tiene que pagarle a la justicia por los delitos que cometió.

La parlamentaria indicó que el Gobierno Nacional está en la potestad de conceder o no el asilo.
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Tarek El Aissami, Ministro de Justicia
Nixon Moreno
El gobierno bolivariano da la impresión de querer rebelarse todos los días contra todo el mundo. Todos los tratados son violados, todas las convenciones multilaterales son objeto de cuestionamientos, nada en el globo terráqueo parece estar en armonía con las doctrinas internacionales de los jefes de la revolución bolivariana.
El último episodio de estas discordancias lo tenemos a mano: el Vaticano, de acuerdo con tratados internacionales, le concedió asilo diplomático al dirigente estudiantil de la Universidad de los Andes, Nixon Moreno, asilado en la Nunciatura Apostólica desde hace meses. Se asiló porque era perseguido furiosamente por agentes del Gobierno que le querían cobrar su liderazgo en Mérida, su resuelta lucha por la universidad, la autonomía, los principios de una educación libre y pluralista.
Ignorantes en su mayoría de lo que son los tratados internacionales y de las obligaciones que tienen los Estados de acatarlos, el hecho de que la Santa Sede le haya concedido asilo al perseguido ha sido suficiente para que una batería de insultos haya sido descargada contra el Vaticano y contra la Iglesia católica.
Como si fuera poco, según el ministro del Interior y Justicia, Tarek El Aissami, intentará una querella con la Santa Sede para que "Nixon Moreno sea entregado".
De esta manera, la turba que nos gobierna no sólo se pone al margen del sistema legal internacional, sino que se exhibe en el mundo como un régimen de venganzas y persecuciones. Si al Vaticano le faltaban algunas razones para conceder el asilo, los portavoces del gobierno de la revolución roja se las ofrecen con esta reacción intemperante. Como si la reacción del portavoz del Ejecutivo fuera poca (El Aissami es un antiguo rival derrotado por el politólogo durante sus luchas estudiantiles), ahora se les ocurre llevar el asunto a la Asamblea Nacional. Ya la presidenta Cilia Flores descargó al Vaticano, como un abreboca del debate.
Quizás convenga ilustrar al Gobierno y a sus personeros de lo que es el derecho de asilo, de sus orígenes dramáticos en tiempos de intolerancia y de persecución. Es una de las instituciones más respetables y respetadas del sistema internacional, expresión de humanidad, de defensa de los perseguidos del mundo.
El derecho internacional de los derechos humanos consagra el derecho de asilo, como una conquista de la civilización política.
La Convención Americana sobre Derechos Humanos de 1969 forma parte del sistema que obliga a los Estados miembros en nuestra región. Ser miembro de un tratado comporta su cumplimiento. De modo que el gobierno bolivariano y sus personeros, ministros y demás, en vez de alzarse contra las convenciones y tratados internacionales, y de hacer estallar sus petardos verbales contra el Vaticano y contra la Iglesia católica, más les valdría que dominen sus odios y reconozcan que vivimos en un país civilizado. No le queda otro camino al Gobierno que el otorgamiento del salvoconducto al asilado. Gracias a la antigua institución, Nixon Moreno salvará su vida. Que sepan los diputados que quien califica el asilo es el Estado asilante.

(Editorial del diario EL NACIONAL, de Caracas, publicado en su edición del día 20 de Septiembre de 2008)
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EUA acusam e comprovam:
Venezuela paraíso do narcotráfico
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Toda bobagem no mundo das relações internacionais tem um preço.
As do transtornado Hugo Chávez são sempre bem mais caras.
O mandatário venezuelano é um campeão insuperável em número de desafetos de seu nível político, como o Rei da Espanha, o Presidente da Colômbia, a Chanceler da Alemanha...sem nunca esquecer seu preferido, o dos Estados Unidos.
Há dias implicou com o Departamento de Estado americano, para não desamparar a aquele que seus apaixonados seguidores da AGENCIA BOLIVIANA DE INFORMACÓN (ABI) proclamam, através de banners em seu site, como PREMIO NOBEL DE LA PAZ 2008, Evo Morales.
Como don Evo Morales considerou o Embaixador americano ‘persona non grata’, em momento de apuros, don Hugo Chávez repicou com o mesmo desatino, poucos minutos após.
E o preço cobrado pelo Governo dos Estados Unidos foi constrangedor.
Consiste em um pacote com três decisões, por enquanto.
• A primeira, exigindo que as companhias áreas americanas informem seus passageiros, em viagens à Venezuela, de que seus aeroportos são inseguros;
• A segunda, congelando os bens de três autoridades venezuelanas, todas vinculadas com os setores de inteligência;
• A última, revelando que a Venezuela é atualmente o paraíso do tráfico da cocaína.

Quanto à última situação é comparável, pelos americanos, como semelhante à de um porta-aviões, com o melhor espaço nas Américas para aterrar e despegar pequenos aviões, sob a protetora mirada de altas autoridades venezuelanas.
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Existe um relatório de fins de Junho deste ano, acompanhado por uma vintena de fotografias de aviões monomotores com a sigla venezuelana YV transportando cocaína, organizado pelo Departamento de Anti-drogas, vinculado diretamente à Casa Branca - o ONDCP.
Nele se informa que a cocaína transportada por via aérea da Venezuela aumentou dezesseis vezes nos últimos seis anos, em sua maioria tendo como primeiros destinos a República Dominicana e o México.
Tais atividades aéreas são monitoradas desde Cayo Hueso.

Isto explica, portanto, que entre 2002 e o primeiro trimestre de 2008 o número de vôos suspeitos tenha pulado de 21 para 220; que o de toneladas métricas de cocaína evoluísse de 51 para 256 e que as apreensões oficiais tenham despencado à metade, no mesmo espaço de tempo.
O Diretor do DEA, John Walters, personagem também não grato a Hugo Chávez, sempre afirma que “o tráfico só aumenta porque a impunidade o protege”, permitindo que o dinheiro da droga reforce a corrupção e permita que as máfias expandam seus domínios territoriais e se infiltrem em organismos estatais.
Nicolas Mauro, Ministro do Poder Popular das Relações Exteriores da Venezuela, ao contrário, diz que "la lucha antidrogas en Venezuela ha registrado progresos significativos durante los últimos años, en particular desde que el gobierno bolivariano puso fin a los programas de cooperación oficial con la agencia estadounidense DEA”.
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Para empiorar o horizonte, a detenção de Edgar Vallejo Guarín ou ‘Beto Gitano’, em Madrid, há dez dias atrás, usando – como muitos outros narcotraficantes – documentação venezuelana, onde morou algum tempo, segundo a DEA.
Entre os casos conhecidos de uso ilegal de documentos venezuelanos existe um que atravessou fronteiras, o do médico colombiano Farid Feris Domínguez, extraditado em 2007, para os Estados Unidos, por acusações de narcotráfico e portador de um passaporte diplomático que o transformava em assessor do Ministro das Finanças da Venezuela.

Um dos informantes do DEA, advogado colombiano, e que conhece como poucos as andanças do ‘Gitano’ pelo narco garante que em caso de se acolher à ‘delação premiada’, “en Venezuela va a estallar un escándalo de grandes proporciones’’, o que é previsível se lembrarmos da declaração emanada pelo DEPARTAMENTO ADMINISTRATIVO DE SEGURIDAD (DAS) da Colômbia, em 2007, antes de sua extradição para os Estados Unidos, que confirmava as palavras de Rodríguez, as de que “los militares venezolanos cobran una alta suma a los narcotraficantes por cada vuelo que salga del territorio, sin importar la cantidad de droga que se transporte”. "Son muchas las cosas que conozco – informava Rodríguez ao DAS - de todos estos militares que son la mano derecha del señor Presidente, porque en Venezuela todo se puede, todo tiene un valor, es muy alto el grado de corrupción, todo es permitido pero siempre y cuando uno pague por lo que uno necesita, y créanme que no soy el único en estas circunstancias''
‘Beto Gitano’ - cujo paradeiro seria pago a qualquer denunciante com o prêmio de US$ 5 milhões - já esteve sob o comando do famoso Pablo Escobar, do cartel de Medellín, operando com barcos de grande calado, para transportar drogas e que habitualmente partiam de portos da Venezuela a caminho da África.
Uma de suas façanhas foi a tentativa de transportar mais de dez mil libras de cocaína, em 1999, até o Porto de Miami, no barco MV CASTOR, de 258 pés, posteriormente afundado.
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The M/V CASTOR was designed as a dry cargo carrier by the Dutch as a Shelterdeck Coaster used for timbers. The ship was built in 1970 at the Bodewes Shipyard, Martenshoek, Netherlands.

Upon its completion in 1970, the M/V CASTOR, originally the M/V DOROTHEE BOS, sailed throughout western Europe carrying cargo and supplies until 1988.

Under the new name of M/V MER STAR, the captain and crew embarked from northern Spain (Requijada) to Mobile, Alabama. The ship has remained within the Caribbean working between the ports of call in southeast United States, Mexico, Columbia, and Aruba.

Over the last dozen years it's name was changed many times. Included are; M/V ANN MARY, IRMA, ALLEGRO SEA, GULF VIKING, CARIB STAR, TROPIC and most recently the M/V CASTOR.

In 1999 the M/V CASTOR was seized by U.S. Customs agents after being stopped on the high seas by the Coast Guard and found carrying 200 bales of cocaine weighing 10,127 pounds in a container shipment of bagged sugar. The captain and crew were all arrested.
15/09/2008
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